terça-feira, 17 de novembro de 2009

O Drible da Vaca - Programa de Rádio piloto

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É com muito orgulho que posto aqui no blog, a mais nova novidade (com o perdão do trocadilho) do Drible da Vaca. É o programa de rádio "O Drible da Vaca"!

Este é um projeto guiado por mim, Klaus Fiedler, "escritor" do blog e agora apresentador do programa;
Lisiane de Assis, escritora do blog, She Blogs e produtora do programa de rádio;
E Gabriel Marquez, dono do blog, Blog de Gabriel Marquez, e que também apresenta o programa.

Para você que já gostava do blog, vai gostar ainda mais do Drible da Vaca versão rádio. Isto pois, os quadros do blog foram incorporados no programa. Por exemplo: temos o ''Eles fizeram uma vaquinha'', o ''Eles foram para o brejo'', entre outros. Além disso temos muitas outras novidades. Como por exemplo, o novo quadro ''Porteira aberta''. Nneste quadro teremos sempre alguma entrevista com algum esportista.

Então, o que está esperando para ouvir? (Para ouvir clique, no início deste post, no botão com o indicador de play no player, ali acima.)

OBS.: Ok, nós sabemos que têm alguns errinhos, mas este é apenas o primeiro programa. Concordo que temos muito ainda a melhorar, mas com o tempo e prática evoluiremos e certamente vocês, leitores e agora ouvintes, notarão o nosso crescimento.


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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Yankees campeão da World Serie 2009!


O dia era quarta-feira, na noite o Grêmio enfrentava o São Paulo e o Yankees recebia o Phillies no jogo seis da World Series de beisebol. Eu tinha aula, não podia matar pra ver o beisebol, tinha que fazer um trabalho para a cadeira de Comunicação Integrada. Lamentável!


Saí da aula e me encontrei com a minha namorada, Lisi e meus dois amigos, Intruso e Felipê – esses dois assistiam ao jogo de Grêmio – e rumamos para casa.


Estava louco para ver o jogo, inquieto, nervoso, apreensivo, acreditava na conquista dos Yanks. Por último, deixei minha namorada em casa, estava triste por ela pois, eu mostrei o beisebol pra ela, ensinei as regras, ela passou a gostar do esporte e, assim como eu, estava louca para ver a final e torcer para o time de NY.


Chego em casa e o jogo está no terceiro inning*, Yankees vencendo por 2 a 1, apenas. Fiquei feliz por estarem vencendo, mas por outro lado, tinha consciência que um ponto de diferença era pouco. Contudo, nesta mesma entrada o time de Nova York anotou mais duas corridas, deixando a partida em 4 a 1, e me deixando um pouco mais tranquilo.


Eis que, mais ou menos neste momento recebo uma mensagem da minha namorada. A mensagem, muito carinhosa por sinal, dizia para mim mandar um sms após o jogo, com o resultado final.


Bom, a quarta entrada decorreu normalmente, sem alterações no placar, mas aí começa o quinto inning. E, na vez do Yanks a equipe consegue anotar mais três pontos, levando o placar a 7 a 1. Fiquei relaxadão no sofá, já tinha até pensado em mandar a tal mensagem para Lisi.


Só que, a partir daí, por incrível que pareça, o jogo fica muito mais tenso e nervoso para mim. Isso ocorreu porque, na sexta entrada o Philadelphia marcou, com um Home Run* de duas corridas de, Ryan Howard. O placar agora era de 7 a 3.


Para piorar a situação, o Phila continuava colocando jogadores em base com possibilidade de marcar mais pontos. Além disso, o Phillies tem um lineup* muito qualificado, ou seja, a qualquer momento eles podiam fazer um HR e deixar a partida com uma diferença mínima no score.


Porém, no oitavo inning entra em campo o closing pitcher*, Mariano Rivera, um dos melhores CPs da história da MLB. E não sou eu que digo isto, pois para muitos especialistas, Rivera é o maior arremessador reserva da história dos Playoffs da Major League Baseball, e o melhor closer* da história do beisebol. Além de possuir o segundo maior número de saves* em uma temporada regular da história da MLB. O panamenho é o líder de salvamentos e de ERA* das Major Leagues na pós-temporada. Em sua carreira, o pitcher* foi eleito para o All-Star Game da MLB, nove vezes.


Com todo este currículo, - além de muitos outros recordes – Mariano Rivera levou o New York Yankees ao seu 27º título, em 40 finais de World Series disputadas, nestes 105 anos de competição. Assim, o Yankees se tornou a franquia profissional mais vitoriosa dos Estados Unidos entre todos os esportes (basquete, futebol americano, hóquei sobre o gelo e beisebol).


Ao final do jogo, no último arremesso do “Poderoso Chefão” - como é conhecido Rivera - que decretou, de fato, a conquista do troféu, saí correndo pela casa pulando, comemorando, sacudindo a camisa, gritando e ficando emocionado. Após a minha euforia, a entrega do troféu, as entrevistas com jogadores e diretores, e o banho de champagne, lembro-me da mensagem que deveria mandar para minha namorada. Daí, pensei: - Que mandar sms que nada, eu vou é ligar pra ela!

Feita a ligação comemoramos juntos, mesmo que por telefone, euforicos e felizes o título do time de uniforme listrado.


Mudando um pouco o foco, agora já tenho a resposta para pergunta feita no post anterior. A minha reza funcionou, os números foram por água abaixo, e a grandeza do time do Brox falou mais alto. 27ª conquista do New York Yankees!!


E para você que ainda acha o beisebol monótono, assista as finais no ano que vem, aprenda o jogo, entenda o esporte, aprecie-o e, se mesmo assim não surtir efeito, … paciência.



Glossário:

* inning: Entrada. No beisebol, cada jogo tem nove entardas, em cada entrada os times tem a chance de marcar corridas (pontos). Se ao final das nove entradas não houver um vencedor, joga-se até um time pontuar e o outro não.

* Home run: Quando um jogador rebate a bola para for a do campo (entre os postes amarelos). Vale 1 ponto, porém a cada jogador que estiver em base, acrescenta-se 1 ponto.

* Lineup: É a ordem de rebatedores. Como numa disputa de pênaltis, por exemplo. Porém, no caso do beisebol, selecionam-se nove rebatedores.

* Closing Pitcher: Arremessador Fechador. Melhor arremessador do time.

* Closer: Fechador. Mesmo que o de cima.

* Saves: Um save é creditado para um arremessador quando o mesmo, mantém a vitória do time, sendo que este deva estar ganhando por pelo menos três corridas.

* ERA (Earned Run Average): O ERA nada mais é do que um cálculo feito sobre corridas cedidas pelo arremessador por nove entradas, ou seja, multiplica-se o número de corridas cedidas por nove e depois divide-se por entradas jogadas. Um pitcher cede 2 corridas em 8 entradas (2 x 9 = 18, dividido por 8 entradas = 2.25 ERA).

* Pitcher: Arremessador.



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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

World Series 2009


Pra quem me conhece, sabe que sou adepto a esportes diferentes, esporte norte-americanos com pouca popularidade no Brasil. Entre eles estão: o hóquei no gelo, basquete, futebol americano, lacrosse, beisebol, entre outros.


E, em quase um ano de blog, não tinha escrito, ainda, um texto se quer sobre beisebol. Justamente, pois no início do blog (9 de novembro de 2008) havia a recém acabado a temporada da Major League Baseball (liga de beisebol norte-americana - MLB).
Eis que ontem começou a World Series de beisebol. Para você que não sabe o que é isto, concedo-lhe uma breve explicação. A World Series são as finais do campeonato de beisebol da Major League Baseball. Ela é disputada numa série melhor de sete jogos entre os campeões da National League e da American League. Os atuais campeões são, respectivamente, Philadelphia Phillies e New York Yankees.


Como já disse anteriormente, estas duas equipes se enfrentaram ontem, em Nova Iorque, dando assim, a largada para as finais de um dos esportes mais populares da terra do Tio Sam.


O resultado não foi nada animador, para mim, torcedor do Yankees. 6 a 1 Philadelphia Phillies, atual campeão da MLB. Os números, ao invés de me ajudarem a, ainda, acreditar no título, não são nada positivos. Pois das 12 últimas World Series disputadas, o time que ganhou o primeiro jogo, se tornou o campeão em 11 ocasiões. Ou seja, haja reza para o Yankees. Porém, o New York é a equipe com mais títulos na história, são 26 no total, 16 a mais do que o segundo time mais vencedor. Por este fato, então, é que devo acreditar no peso da camisa e na grandeza do NY.


Falando do jogo em si, um fato muito interessante aconteceu. O pitcher do Phillies, Cliff Lee, arremeçou um “jogo completo”, as nove entradas. Isto é um tanto quanto incomum no beisebol, entretanto, por ele ter feito um belo jogo, não cedendo nenhum walk, e conseguindo 10 strike outs. Números expressivos para uma final de campeonato, e também, pelo jogo ser em Nova Iorque. no bastão, o destaque foi para o segunda base Chase Utley, que anotou dois Home Runs, um no terceiro inning e outro no sexto. Assim, levando o time da Filadélfia à vitória.


Os times se enfrentam todos os dias, até um possível jogo sete, no dia 5 de novembro. Hoje, a partida acontece novamente em Nova Iorque, será que o Yankees conseguirá reverter a série? Ou será que os Phillies, farão juz aos números e conquistarão novamente a World Series? O que você acha?



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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Começou a temporada da NBA!



Começou ontem a temporada 2009/10 da NBA. Foram realizadas quatro partidas de abertura, são elas: Los Angeles Lakers x Los Angeles Clippers; Cleveland Cavaliers x Boston Celtics; Dallas Mavericks x Washington Wizards; e Portland Trail Blazers x Houston Rockets.


O atual campeão Lakers bateu seu rival por 99 a 92, em uma grande atuação de Kobe Bryant que anotou 33 pontos e oito rebotes. Andrew Bynum também teve uma aparição vistosa, alcançou um double-double com 26 pontos e 13 rebotes. O time 15 vezes campeão da NBA dominou a partida, porém no terceiro período relaxou, deixando o Clippers encostar no marcador. Mas no último quarto, tudo voltou a normalidade e o time de Phil Jackson conquistou a primeira vitória da temporada. Neste jogo o LAL ainda teve o desfalque do espanhol Pau Gasol, que se recupera de lesão.


Outro grande, e esperadíssimo jogo deste início de temporada foi o confronto entre o Cavaliers e Celtics, dois postulantes ao título. A partida marcava o primeiro jogo do pivô Shaquille O’Neal pelo Cleveland. O’Neal foi contratado com a intenção de ajudar LeBron James a comandar o time rumo ao inédito título da NBA. Mas as coisas não começaram muito bem lá em Cleveland, pois o multicampeão Boston Celtics acabou com a festa do Cavaliers. O placar foi 95 a 89, para o time de Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnett que ofuscaram a estreia de Shaq, que anotou apenas 10 pontos em 29 minutos jogados. Para variar, LeBron continuou a ter que levar o time nas costas. O craque converteu 38 pontos em aproximadamente, 45 minutos de partida.


Os outros dois jogos acabaram assim: Portland 96 x 87 Houston e Mavs 91 x 102 Wizards.


Façam suas apostas, quem será o campeão da NBA 2009/10?



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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Rugby em Porto Alegre

Foto: www.moradacharrua.com


O rugby é um esporte de origem inglesa, considerado hoje o segundo esporte mais popular do mundo. Porém, esta modalidade esportiva tão comum para tantos povos, tem a sua popularidade ainda muito baixa no Brasil, tendo em vista que se trata de um desporto de 186 anos. Segundo Álvaro Montandón, presidente do Charrua Rugby Clube, um dos motivos que poderia explicar este fato é a falta de divulgação. “Pelo fato de ser pouco divulgado na mídia que atinge o público maior, as pessoas que conhecem previamente o rugby são, normalmente, aquelas que têm acesso à canais de esportes em TVs por assinatura.” diz Montandón.

Tendo surgido em 1823, o rugby chegou oficialmente no Brasil, somente em meados de 1891, quando foi formado o primeiro time no país. Nesta época, o esporte esteve concentrado no eixo Rio-São Paulo. Para deixar isso mais claro, apenas no início do ano 2000, um grupo de amigos se reuniu para começar a jogar rugby no Rio Grande do Sul. E somente no ano seguinte fora fundado o primeiro time do Estado, o Charrua Rugby Clube, de Porto Alegre. Apesar de ser um esporte ainda muito recente para os gaúchos, ele é levado a sério e com muito profissionalismo. Em 2006 foi criado o Campeonato Gaúcho de Rugby, também conhecido como Gaúchão de Rugby. O Grupo de Desenvolvimento do Rugby/RS, liderado por Nilson Taminato, que organiza e fiscaliza as competições no Estado, desde 2006, mostrando assim a seriedade do esporte no Rio Grande. O Campeonato Gaúcho é disputado anualmente por times do estado, e nos dois primeiros anos, o torneio foi disputado no modelo Seven-a-Side (sete jogadores por time). E neste ano foi adotado o modelo Rugby Union (15 participantes por equipe), padrão de todas as competições internacionais.

Conhecido por ser um esporte de muito contato físico e virilidade, o senso comum é de que o esporte é exclusivamente para pessoas fortes. Porém, os praticantes e dirigentes destoam desta máxima. De acordo com Montandón, não há qualquer restrição ou exigência física, biotipo de atleta, pois em campo cada jogador tem uma posição com uma função bem definida. “Há espaço para os magrinhos, gordinhos, crianças, mulheres, saradões, veteranos, desde que todos comunguem com o espírito do “fair play” e da diversão que o rugby proporciona”, afirma o presidente do Charrua.

Além do time principal, o Charrua incentiva adolescentes e crianças a praticarem o esporte, com uma escolinha que ensina jovens entre 10 e 18 anos. As mulheres também entram em campo. Para se ter uma ideia as jogadoras da modalidade Seven-a-Side, do Charrua Rugby Clube, estão invictas desde 2007. “De maneira geral, o rugby feminino no Brasil é bem desenvolvido, proporcionalmente mais do que em outros países com mais história do esporte”, diz Montandón.

Aos poucos os torcedores estão começando a mostrar a sua cara, ainda em números pouco expressivos, constata o presidente do Charrua Rugby Clube. Mas, de acordo com ele, em termos de barulho e empolgação não ficam devendo nada para torcedores de outras modalidades esportivas. Vale lembrar que é um esporte de fácil acesso, pois as entradas para os jogos são, normalmente, gratuitas.


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O que todo torcedor sempre sonhou...




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